Ou Como a falta de autoconhecimento pode trazer infelicidade
Dias atrás me lembrei deste filme. A dupla Julia Roberts e Richard Gere sempre me atrai, tanto juntos como separados.
O que me fez lembrar deste filme é a razão que fazia a personagem deste filme de 1999, Maggie, fugir do altar várias vezes.

O problema da protagonista era que, sempre que ela começava um novo relacionamento, esquecia de si mesma e passava a viver a vida do companheiro, deixando seus gostos de lados.
E, enquanto caminhava para o altar, era tomada de um pânico que a fazia fugir. Mas o motivo até ela desconhecia.
Foi quando o repórter Ike, Richard Gere, apareceu na cidade para conhecer a famosa noiva que nunca casava e, claro, se apaixonou por ela.
Ele percebeu, ao interrogar os ex-noivos, que Maggie era uma mulher incomparável, concordava com tudo, gostava de tudo o que eles gostavam, não questionava nada. Enfim, uma pessoa falsa, pois quem consegue ser assim o tempo todo?
A cena dos ovos é a peça chave da história. Quando ele pergunta a ela como ela gosta dos ovos (omelete, poche, cozido…) e ela não sabe a resposta, é que se dá conta de que não tem personalidade, que se anula pela felicidade dos outros, e por isso não é feliz.

Então ela prepara todos os ovos, para poder provar e decidir qual gosta mais, e assim começa sua viagem através do autoconhecimento.
Claro que é uma comédia romântica mas, se você gosta do gênero, vale a pena assistir este clássico e ver a felicidade da personagem de Julia ao conhecer-se novamente, tendo até coragem de investir na vida profissional.
Autoconhecimento, confiança, amor próprio e, enfim, o amor verdadeiro.
Quais outras lições deste filme você consegue se lembrar?

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